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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

A UNIDADE DA SOCIEDADE CONTRA A VIOLÊNCIA

Parece que estamos “chovendo no molhado”. Esta expressão define de modo popular, o que presenciamos nos noticiários sobre a criminalidade e os atos de violência que afloram pelo país afora.
Diante de estatísticas alarmantes, parece que governo e sociedade estão anestesiados e sem rumo. Vejamos as realidades que estimulam a violência no nosso país: População trabalhadora desarmada x criminosos armados até os dentes; Grande índice de crimes x ineficácia ou insuficiência das penitenciarias; Criminosos com armas avançadas x polícia com armas obsoletas ou insuficientes; Grande quantidade de prisões e apreensões de menores x desatualização e ineficiência do Código Penal; Fortalecimento do tráfico de drogas x falta de políticas para o combate ao crime organizado. Além dessas realidades, existem outras que colaboram para tornar o ambiente propício para o aumento da criminalidade, como é o caso das políticas sociais que ocasionam o desemprego, a desigualdade social e a desordem.
Todos nós que formamos a sociedade brasileira devemos participar ativamente das soluções para superar esse câncer que há muito tempo vem desfigurando as famílias e minando as esperanças de construirmos um grande país. Para isso, uma boa sugestão é a organização de fóruns nacionais sobre as políticas públicas para combater a violência. Para tanto, fica imprescindível a participação dos especialistas em segurança pública, como os profissionais do Ministério Público, Judiciário, Polícia Militar e Civil, além dos membros do poder executivo e legislativo, e também todos aqueles cidadãos e cidadãs da sociedade que poderão colaborar para uma busca qualitativa e eficiente para o combate a violência no Brasil, respeitando as desigualdades regionais e as realidades dos tempos atuais, além de ter a ética e a moral como suporte para seus ideais.
Tenho certeza que a população brasileira não suporta mais ver tantas cenas de violência e muitos se sentem e vivem acuados em suas casas.
Termino deixando-lhes uma frase que resume o meu pensamento:

“A criminalidade e a violência são frutos de uma sociedade individualista demais para crer que também é seu dever fazer algo a respeito” (Alessandra Souza).

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

VIDA E MORTE - CONTROVÉRSIAS HUMANAS

            Carlos Alberto, com os seus trinta anos de idade, está no auge de sua carreira de advogado. Respeitado na cidade onde mora e trabalha, casado com uma bela esposa e pai de um lindo casal de filhos. Ele surgiu de uma família católica, onde sempre respeitaram as virtudes cristãs e os dogmas e tradições da igreja. Ele sempre acreditou que a vida é um dom de Deus. Já a sua esposa, Ana Paula, dentista competente e dedicada a família, foi criada por pais discípulos do espiritismo e das coisas esotéricas. Embora não participe de reuniões e cultos, Ana Paula aceita que a vida é uma oportunidade para crescimento do espírito.
            Certo dia, o casal e os filhos viajaram para casa dos pais de Carlos Alberto, numa cidade distante a quatrocentos quilômetros de onde moravam. E, em certo momento da viagem, aconteceu um grave acidente. O carro que levava toda a família foi colidido com um caminhão que vinha em sentido contrário. Todos foram socorridos e levados ao hospital de uma cidade próxima, com ferimentos muito graves. Carlos Alberto fraturou as pernas e acabou tendo amputar a perna direita; Ana Paula quebrou a bacia e teve afundamento craniano. Já os filhos... Acabaram morrendo. Gustavo de dez anos e Ana Letícia de oito anos. Uma tragédia!
            Ao serem informados da morte dos filhos, os pais se desesperaram. Inundaram-se em choros intermináveis e apenas se acalmaram com a aplicação de sedativos pelas enfermeiras do hospital. Passaram-se os dias e Carlos Alberto, ainda transtornado pela perda dos queridos filhos, falou a esposa, que se encontrava no leito ao seu lado:
            “_ Ana, que mundo cruel! Não é justo perdermos duas jóias dessa forma. Por que Deus nos tirou nossos tesouros?” – E caiu novamente num choro arrasador.
            Ana Paula, apesar de desfigurada pela dor física e transtornada pela angústia da morte dos filhos, respondeu:
            “_ Carlos, nunca mais seremos felizes! Só podemos estar pagando um carma de gerações passadas. Por que que tinha que ser com eles? Por que não fomos nós?  - E ela se afundou na sua dor.

            Meus caros, essa pequena história resume a efemeridade da vida e sutileza da morte. Vivemos por um fio! Quem nunca escutou essa expressão?! Ou então: “Para morrer, basta estar vivo!” Através das religiões encontramos respostas para essas indagações sobre a morte. Escutamos: “Existe vida depois da morte!”, “Você morre, mas voltará em outro corpo.”, “A morte é apenas uma travessia.”, “Depois da morte, você ficará no purgatório.”, dentre outras explicações e colocações.

            Mas, a verdade é que ninguém está preparado para a morte. Nascemos, crescemos, vivemos e até envelhecemos esperando dias melhores. E o único prêmio certo que receberemos no final é a morte. Seja você uma pessoa boa ou má, rica ou pobre, nova ou velha, feia ou bonita, branca ou negra, morrerá de qualquer jeito.

            Muitos lutam para garantir a vida e zelam por ela, enquanto que outros lutam para destruí-la. Muitos fazem caridade e boas ações como gratidão ao dom da vida, enquanto que outros roubam, matam e praticam absurdos, revoltados com a sorte em suas vidas.


            Como eu sou católico e acredito no que ela nos transmite, deixo para vocês um pensamento: “Se Deus criou a vida e a morte, estou tranquilo, porque as duas são importantes.” 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

RIQUEZA X POBREZA, O DESAFIO PARA A EVOLUÇÃO HUMANA


Quando foi que surgiu a desigualdade? Esta pergunta nos remete a um tempo muito remoto. Desde quando os humanos começaram a praticar a agricultura e a domesticar os animais. Então, tornaram-se sedentários, pois passaram a fixar à terra e a tornaram de grande valor e sendo como meio principal de sobrevivência. Foi daí que começou a surgir a divisão social entre os que possuíam terras e os que não possuíam. Os proprietários passam a deter a posse das terras, usufruindo de suas riquezas e os que não são proprietários trabalhavam nelas em troca de sua sobrevivência e de sua família. Foi assim na antiguidade até idade média. Já na idade moderna, com o advento da Revolução Industrial, o cenário se modificou. Os antigos donos de terras passaram a ser os donos dos meios de produção e os que trabalhavam nas terras passaram a trabalhar nas fábricas, como empregados. O que era produzido apenas para o sustento familiar, passou a ser produzido em larga escala com a intenção do grande lucro.
            Vamos lembrar que até o final do século XIX muitas economias foram fortalecidas com a ajuda dos escravos. Com o fim da escravidão, os donos da produção tiveram que remunerar os seus empregados. Mas, ainda existia a visão autoritária, arbitrária e discriminatória diante dos empregados que, muitas vezes, eram considerados como burros de carga. Assim, os patrões impunham uma carga horária absurda e um salário irrisório, tornando a produção um negócio extraordinário para se obter lucro fácil.
            Ao longo dos anos do século XX, os operários passaram a se organizar para reivindicar melhores condições de trabalho. Daí foram criados os sindicatos de classes para defender os interesses dos seus afiliados. E nesse embate entre patrões e empregados surgiram as greves operárias, sempre com a intenção de clamar por justiça.
            Ao voltarmos para os tempos atuais, constatamos que a sociedade imersa nos avanços tecnológicos, teorias sociais, globalização da economia, da cultura e informação, não conseguiu mudar o quadro de desigualdade mundial. Dados do Banco Mundial mostram que 20,6% da população mundial era pobre em 2010, cerca de 1,2 bilhão de pessoas. Muitos governos acreditavam que, com o crescimento econômico, haveria a redução da desigualdade. Mas, o determinante da desigualdade social é a má distribuição da renda. E a pobreza vem da carência de recursos que a população tem para ter acesso para uma vida saudável.
            Com isso, é papel do governo criar recursos para amenizar essa carência e disponibilizar meios para atender a todos dessa faixa etária, com quantidade e qualidade. Caso contrário, estaremos diante de um desgoverno que impõe sofrimento à população.
            Muitos governos criaram programas de assistência social, os quais usam a receita fiscal pública para complementar a renda da população subempregada ou desempregada. Mas, acabam criando outro problema. Os beneficiários dessa assistência passam a ser dependentes dessa ajuda ao Invés de serem encorajados a melhorar de situação.
            Qual a solução para eliminar a desigualdade social e tornar prazerosa e abundante a vida de cada ser humano?
            Diante de tanta corrupção, desgovernos, medidas contraditórias a respeito de beneficiar a população, porque não pensar na criação do FNT (Fundo Nacional do Trabalhador)? Para esse fundo seriam destinados os recursos advindos das contratações e encargos com os empregados e uma porcentagem do lucro das empresas. E o objetivo do FNT seria a criação da previdência independente, a prestação de serviços de saúde, educação complementar (técnica e superior) e financiamento de bens de consumo. Assim, o governo ficaria com a responsabilidade de incentivar a criação de mais vagas de trabalho para a população desempregada, recuperar os moradores de rua, como também os dependentes químicos e os infratores.
            Precisamos é dar dignidade ao ser humano e não dar-lhe esmolas. Precisamos construir uma sociedade solidária, justa e propiciar igualdade a todos. Termino esse artigo, citando uma passagem da Bíblia:

            “Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele. Tendo, porém, sustendo, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.” (1 Timóteo 6;7-9).

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

OS PROBLEMAS BRASILEIROS SERIAM COMO OS MOINHOS DE VENTOS?

Estamos diante de um país descrente politicamente, financeiramente, socialmente...
E a gente nem sabe para onde vai;
Estamos diante de uma nação doente na saúde, na educação, na segurança e órfã de mãe e de pai;
Estamos buscando uma solução urgente, sem que a gente saiba para onde vai;
E assim, chegamos à conclusão que a nossa nação é reflexo da mentalidade contemporânea; que prefere ficar na faixa litorânea a enfrentar a lida do dia a dia.
Então, chegamos à conclusão que Rui Barbosa foi um profeta;
Que sua visão estava certa:
“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.”
A crise do Brasil é muito mais que financeira, é uma crise de valores morais e éticos.
A liderança é uma poderosa combinação de estratégia e caráter. Mas se tiver de passar sem um, que seja estratégia*.
O país caiu na sua realidade: somos um país em desenvolvimento. Recebemos o título de país emergente. Coisa mendaz!
Somos um país miseravelmente governado!
Executivo, legislativo e Judiciário. Três poderes e nenhuma união.
 Democracia: governo do povo para o povo. Vivemos isso?
Constituição Federal? Artigos  sexto, sétimo até o décimo primeiro?
Muito simples: é só lançar a PEC 241.
Senhoras e senhores, a indignação faz parte do caráter humano. Não devemos ser coniventes com as manipulações ardilosas de alguns para cobrir ou encobrir as mazelas do governo.
Se for preciso pagar um preço, porque não começar por aqueles que não acrescentam nada ao país, pelo contrário foram os causadores dessa situação que ele se encontra hoje.
O Congresso Nacional abriga hoje cerca de 81 senadores e 513 deputados, que hoje perderam o crédito e o apoio da maioria dos brasileiros. O que dizer da lei que obriga os veículos automotores a estarem com os faróis acesos durante o dia, num país que é tido como a nação do sol?
Entre tantas asneiras que eu já li, esta ganha destaque:
O Deputado Federal Heráclito Fortes do PSB do Piauí criou um projeto, onde quer que os ventos sejam patrimônio da União, para o Estado receber royalties a partir da geração de energia eólica.
Seria trágico se não fosse cômico.

Diante disso tudo uma coisa é certa: não sabemos escolher nossos representantes, nossos governantes. Talvez estejamos vivendo num país diferente onde queremos eleger nossos “Dons Quixotes De La Mancha” e seus fiéis escudeiros “Sanchos Panças” para lutar contra os moinhos de ventos.
*Matéria publicada no Jornal Tribuna de Sete lagoas por Paulo Roberto de Sousa Moraes.  

domingo, 11 de setembro de 2016

O CENÁRIO MACABRO DO MUNDO ATUAL

Estamos no Século XXI. Nossos antepassados dos séculos XVIII e XIX ou até mesmo do século XX sempre imaginavam um século de grande desenvolvimento econômico, tecnológico, cultural e social. Mas, sob o olhar do mundo civilizado, ainda somos animais irracionais buscando saciar nossos instintos e nossos anseios.
      Vejamos apenas um triste quesito da nossa animalidade: “A violência”.
      Segundo pesquisa realizada no ano de 2014 do Atlas da Violência, com parceria do instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o Brasil registrou 59.627 homicídios. Uma média de 163 por dia. O maior número já registrado em território nacional, colocando o país em primeiro lugar no ranking desse tipo de crime. Comparando com uma guerra como a infindável entre israelenses e palestinos, onde morrem por dia 66 pessoas, o Brasil vive uma guerra não declarada.
      Os números de pesquisa no Brasil sobre a violência não são tão exatos, mas essa taxa de violência por mortes não naturais aumentam, pois não estão computadas as mortes por latrocínio (roubo seguido de morte), acidentes de trânsito, suicídio e outros tipos de acidentes.
      O cenário mundial torna-se mais macabro com as mortes por fome e doenças contagiosas em várias regiões da África, nas regiões de conflitos do Oriente Médio e nos campos de refugiados espalhados pela Europa e Ásia; as milhares de mortes produzidas pelo terrorismo internacional; e as milhões de mortes derivadas do tráfico de drogas em todos os lugares do planeta.
      Diante de tudo isso, devemos perguntar: “Qual o valor da vida humana?” Ou que sabe, poderíamos perguntar: “O ser humano é provido de inteligência e somos guiados por um ser superior?”

      Em minha limitada capacidade humana, sinto que precisamos evoluir. Como? Quebrando as barreiras preconceituosas de nacionalidade, raça, religião, cor, posição social, sexo, idade, dentre outras, e criando um conceito de um só povo, uma só raça e com um único objetivo: alcançar uma vida plena para todos. Todos trabalhando para o bem estar de todos. Lembrando os grandes enviados para transformar a humanidade, devemos “Amar uns aos outros”, “O que somos é conseqüência do que pensamos”, “Este mundo é o campo que semeamos para o outro”

quinta-feira, 21 de julho de 2016

A DIFÍCIL MISSÃO DE ENVELHECER

COLUNA DO JORNAL TRIBUNA
DE SETE LAGOAS
Segundo estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil até 2050 triplicará o número de idosos, crescendo acima da média mundial, que será o dobro da população atual. Atualmente a população de idosos no Brasil gira em torno de 12,5% e deverá chegar aos 30% em 2050. Ou seja, o Brasil será um país de idosos. Isso causará não só impacto sobre a previdência, a economia e a sociedade, mas principalmente, sobre dia a dia das pessoas.
            E quando o idoso não puder mais viver sozinho e depender da ajuda da família?
Muitos, quando não podem mais viver sozinhos, quer seja pela idade ou condição física, passam a morar com parentes, muitas vezes já casados e com famílias próprias. Então, eles se veem apertados em um espaço exíguo, e a situação piora quando o idoso não consegue mais se locomover sozinho e necessita fazer uso de cadeira de rodas, cadeira de banho e outros acessórios que muda totalmente a rotina familiar.
            Nesse momento, é importante a família se reunir e, juntos, decidir o que melhor fazer para dele cuidar. Nada de criar um clima de desunião, como alguns impõe que não aceitam a internação do idoso num asilo, mais por orgulho e vaidade do que por uma consideração. Às vezes é muito comum, alguns empurrarem a responsabilidade para as filhas solteiras e/ou sem filhos, como se estas não tivessem suas preocupações.
            É preciso levar em consideração a situação atual do idoso. Sua saúde física e mental, sua formação e suas manias, assim como outros aspectos. Sendo que, em muitas vezes, faz-se necessário a contratação de um profissional, como enfermeiro, fisioterapeuta ou o cuidador de idosos, profissão que vem crescendo bastante nos últimos tempos.
            Porém, muitas famílias não têm condições de pagar profissionais para cuidar do idoso. E a solução mais viável para eles seria a internação do idoso num asilo ou casa de repouso. E por melhor que seja a instituição para abrigar idosos, a maioria deles não se sente à vontade e diz que foi abandonada pelos filhos e netos. Esses sentimentos são muito dolorosos e podem até causar uma depressão. Mas, caso essa seja a única alternativa, a família deve ter presença constante para amenizar a solidão e o desconforto de sair de uma casa familiar. Pode-se fazer uma escala diária de visita ou pelo menos três vezes por semana. Assim, o idoso se sentirá mais valorizado e satisfeito por receber atenção, carinho e amor dos que o irão lhe visitar.

            Amigos e amigas, o melhor presente que um filho (a) pode dar para sua mãe ou seu pai é o acolhendo com carinho, com consideração e com amor na sua velhice. Dessa maneira estarão retribuindo um pouco do que eles fizeram quando vocês eram crianças. Faça o melhor que puder para garantir a alegria de viver para os seus pais!

quinta-feira, 30 de junho de 2016

À BEIRA DO RIACHO



Daquelas tardes tão lindas à beira do riacho, eu acho que me apaixonei por você;
Eram momentos que ainda sonhava com a brisa dos seus lábios, que sussurravam dentro da minha alma;
Sentia a fúria de um sentimento que começava a nascer dentro de mim;
Que engraçadas são essas coisas que surgem na gente, deixando a mente insana e perdida.

Hoje, olhando distante aquele nosso começo, eu quase me esqueço o tanto que a gente se amou.
Amamos tanto, noite e dia, que a fantasia trouxe de volta o seu coração pra mim.


quarta-feira, 18 de maio de 2016

HOJE É O ANIVERSÁRIO DO AMOR DA MINHA VIDA: "PARABÉNS MORENA!"

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Morena, sem sua presença, a minha vida seria como um jardim sem flor;
seria como uma grande dor, que não melhoraria sem o seu remédio;
seria um grande tédio ou um assédio do mau humor.

Morena, porém, você é uma constância na minha vida;
e sem você querida, eu jamais seria o que sou;
Seria um viajante numa estrada perdida;
Um andarilho que jamais amou.

Morena, você é um tesouro que encontrei enterrado;
virei seu namorado e para sempre o serei;
Te amo e quero sempre estar ao seu lado;
ser seu marido, seu amado; dessa rainha quero ser o rei

Morena, hoje é o seu aniversário;
E este cara literário ainda te vê como uma menina;
aquela que me encanta e fascina;
E também me ensina que nosso amor é muito mais.

Morena, te amo! Te amo com aquele amor ardido;
que arrepia o corpo e acelera o coração;
que faz o dia ter sentido
e descontrola a nossa razão.

Parabéns, AMOR da minha vida!



segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

BRASIL NAS MÃOS DO POVO OU DOS POLÍTICOS?

Muitos brasileiros criticam a quantidade de políticos que existem no país. E muitos não sabem, para não falar na maioria, que o povo é que deve governar o seu país e escolher quem o irá representar nos seus poderes. Então qual é a arma do povo para o governo? O voto! Sim. Através do nosso direito e dever, como cidadãos e cidadãs, de escolher aqueles que melhor nos representará nos poderes legislativo e executivo, estaremos delegando competências para os políticos agirem.
            Mas, também, muitos não sabem que, após serem eleitos para os seus cargos públicos, os mesmos poderão ser fiscalizados, interpelados, criticados, como também elogiados e até questionados com uma ação pública.
            Atualmente, existe no site oficial do Senado Federal uma consulta pública sobre o projeto de lei que prevê a diminuição de parlamentares no Congresso Nacional. Está disponível um link para quem quiser votar: “http://www12.senado.gov.br/ecidadania/visualizacaotexto?id=172029  (copie o link e cole no seu navegador).
            Precisamos nos unir cada vez mais para combater as injustiças, os desmandos, as imposições, as ostentações de possíveis governantes que falam uma coisa, mas vivem o contrário.
            Por falar nisso, enquanto o Brasil se afunda em sua crise econômica e política, no período de 23/11 à 01/12/2015, por ocasião da Conferência da ONU sobre a Mudança do Clima (COP-21) em Paris, os custos do governo federal com a comitiva e preparação para a conferência atingiram quase R$1,5 milhão. Sendo que a presidente Dilma ficou hospedada no luxuoso Hotel Bristol, numa das áreas mais nobres da capital francesa.
            Em março de 2013, o jornal espanhol ABC publicou uma reportagem com o título: “De Kirchner  a Rousseff: El derroche de los bolivarianos”. O texto detalha os estilos de vida opulentos de líderes latino-americanos, que alegam ser socialistas e anti-imperialistas, mas em suas vidas sociais ou de seus governos torram dinheiro como se fossem bilionários.
            Nós, brasileiros, estamos nos acostumando a ver tantos absurdos no governo, que essa farra dos dirigentes brasileiros no exterior nos parece “café pequeno. Mesmo se o Ministério Público entrar no caso, não acreditamos que vai dar em nada. Pois, a blindagem da presidente consegue manipular e justificar esses gastos. Afinal, ela é a presidente e a comitiva faz parte do governo. Enquanto muitos brasileiros perderam seus empregos, estão endividados, perderam o poder de compra e encontram-se angustiados quanto ao futuro, a presidente e seus escolhidos desfrutam do bom e do melhor.

            Finalizando, não devemos esquecer que em outubro deste ano teremos que escolher vereadores e prefeitos das nossas cidades. Está aí um bom começo para abrir novos horizontes para um diferente cenário político e mudarmos a mentalidade dos nossos dirigentes. Vamos ser cidadãos e cidadãs conscientes!

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

LIVRO: "O CORONEL ANTÔNIO OLYMPIO DE MORAES - UMA HISTÓRIA DE AMOR POR DIVINÓPOLIS"

Abaixo estamos disponibilizando um link para você baixar a obra: "O Coronel Antônio Olympio de Moraes - Uma história de amor por Divinópolis". Editada em 2006 pelo proprietário deste blog, este arquivo em PDF é um rascunho do livro inédito e considerada uma relíquia para o acervo da cidade de Divinópolis/MG. Trata-se de uma biografia romanceada da vida do primeiro administrador do recém criado município de Divinópolis, que consequentemente, se confunde com a história da própria cidade.