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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

ESPERANÇA NO TEMPO - Poesias e Paixão


Depois de uma tempestade, vem a bonança. E assim, vem o refazer de tudo. Novas idéias, novo coração e muita...
ESPERANÇA NO TEMPO
Eu vivo agora/ num mundo certeiro, / o dia inteiro/ tentando esquecer o que passou./ Se consigo, não sei./ O tempo não me deixa saber./ O tempo me passa pra trás, / pois, eu já não sei mais de você.
Agora, eu vivo com coisas reais, / buscando no tempo um refúgio para minha paz./ E solto ao vento palavras secretas, / de frases maestras/ do meu coração.
Pra onde não sei, / nem posso saber, / pois, posso cair noutra ilusão.
Coloco no tempo/ perguntas e fatos, / junto aos retratos/ de outras paixões./ Enfoco o momento/ em espaços e desejos, / de abraços e de beijos, / para novas emoções.
Sorriso hortelã rumo ao horizonte, / riscando na fronte, / desenhos do sol de manhã.
Mistérios da neve/ alva e serena, / que cai tão amena/ sobre as casas.../ de leve./ Agora só há uma pausa... / sem motivos, / sem uma justa causa./ Apenas penso ao meu redor./ Cheio de esperança num mundo cada vez melhor.

AMOR MEDIEVAL - Poesias e Paixão


Vamos entrar agora, no lado do romantismo. E como o romantismo veio de um tempo, onde havia reis e rainhas, príncipes e princesas. Nós começamos com o:
AMOR MEDIEVAL
E eu te quero, te quero tanto, / que não consigo te esquecer./ Você é o fogo do meu encanto/ e sem você, não sei viver.
Eu preciso do luar da noite, / do olhar sereno que você me trás; / Dos seus carinhos e seus sentimentos, / que a todo o momento me fazem te amar.
E em sorrisos eu te contemplo, / te levo ao auge do meu amor./ E no jardim da minha vida, / eu planto você, a mais linda flor.
E então na noite, na madrugada, / com lua aposta a nos ouvir, / te farei princesa encantada/ e em felicidade eterna nós vamos dormir.

SEXTO SENTIDO - Poesias e Paixão


Você já andou por aí, pela vida, procurando algo e disperso em sons e imagens? Assim, você poderá se perder pelo mundo do:
SEXTO SENTIDO
Olhando para o céu estrelado, / respiro fundo e sinto a falta de alguém do meu lado./ Começo a andar pela rua./ Às vezes me perco no pensamento, / e às vezes na claridez da lua.
Paro por mais algum momento, / intuito, na certeza/ de que estaria sendo levado pelo vento./ Talvez um engano simples e dimensional, / que passa despercebido./ Mas nada disso é real.
É como o sexto sentido, / que entra pelas minhas veias, / como água em tubos de vidro./ Ou como o canto das sereias, / que sai do mar para as praias/ e se dispersa nas areias.
E ando mais um pouquinho, / seguindo a esmo, por qualquer lugar, / por qualquer caminho./ Sinto na pele, no sangue, no ar, / a sede da liberdade, da vontade de voar.
E nesse vôo rasante, / obscuro a cada milímetro, a cada instante, / espero encontrar o que eu mais procuro/ e fazer dele o meu futuro./ Será o mais importante.